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    <title>WEBDOC GRAFFITI</title>
    <description>WEBDOC GRAFFITI</description>
    <link>http://webdocgraffiti.com.br</link>
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      <title>Cara do Bairro</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Pack Toledo é artista e arte-educador, tendo começado a desenvolver seu trabalho pelas ruas de São Paulo no final de 2001. Formado em Artes Visuais, hoje atua na Fábrica de Cultura do Itaim Paulista, ministrando o ateliê de Artes Urbanas. Em um rolê com seus alunos, eles transformam a cara do bairro, e abrem novos horizontes para os jovens da região através da arte.</description>
      <pubDate>Thu, 16 May 2013 20:58:28 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/oficinas-de-graffiti/cara-do-bairro</link>
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      <title>Ensaio - Pack</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Pack Toledo</description>
      <pubDate>Thu, 16 May 2013 20:57:52 +0000</pubDate>
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      <title>Formando Crews</title>
      <author>WDG</author>
      <description>O Grande ABC é berço de feras no graffiti, entre elas, Antonio Duque de Souza Neto, o Tota. Ele foi homenageado na Exposição Comemorativa do Dia do Graffiti em 2012.  Entre inúmeras atividades, ele criou a intervenção Se Essa Rua Fosse Minha Eu Mandava Grafitar e é um dos principais articuladores da Casa do Hip Hop, em Diadema. Em mais de 20 anos de carreira, Tota formou centenas de grafiteiros. Foi justamente após uma turma, em Cidade Tiradentes, que surgiu o consolidado Coletivo 5 Zonas.

O coletivo Comunidade Viva foi fundado pelos grafiteiros UDR e Alan e tem como objetivo participar de iniciativas artísticas no bairro Jardim Itapeva, como grafite, artes plásticas, teatro e dança. Entre os projetos mais conhecidos estão as galerias de arte ao ar livre e o coletivo Frente de Graffiti Mauá, um dos grupos mais atuantes na cena do graffiti da cidade. </description>
      <pubDate>Tue, 14 May 2013 20:43:42 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/oficinas-de-graffiti/formando-crews</link>
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      <title>Escola de graffiti</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Enivo firmou um pacto com a arte e desde os 12 anos e desde então vem seguindo seu intuitivo experimental através de técnicas, materiais e linguagens possíveis dentro e fora do Graffiti.  Além de sua arte na rua, o graffiteiro compartilha conhecimentos e vivências no Projeto Quixote, organização social que ensina técnicas de desenho e pintura em oficinas para jovens e os encaminha para trabalhar como auxiliares e aprendizes nos serviços da agência.</description>
      <pubDate>Tue, 14 May 2013 20:06:06 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/oficinas-de-graffiti/escola-de-graffiti</link>
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      <title>Ensinando a desobediência</title>
      <author>WDG</author>
      <description>As oficinas de graffiti tem uma armadilha importante: podem ser transformadas em ferramenta de domesticação social. Pra que serve o ensino de uma atividade marginal? Bruno Pastore, artista e educador, comenta.</description>
      <pubDate>Mon, 13 May 2013 22:49:58 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/oficinas-de-graffiti/ensinando-a-desobediencia</link>
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      <title>Kobra - Muralista</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Eduardo Kobra começou no graffiti no final dos anos 80 junto com uma geração de artistas influenciados pelo hip hop. Com o tempo desenvolveu seu próprio trabalho e estilo, que o deixou conhecido pelos imensos murais que decoram a cidade.
O pintura da caixa d`água do Senac Santo Amaro, com 45m de altura e 2000m² é seu maior trabalho.</description>
      <pubDate>Wed, 08 May 2013 16:54:14 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/comercio-de-graffiti/kobra-muralista</link>
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      <title>Ensaio - Kobra</title>
      <author>WDG</author>
      <description>A caixa d&#39;água utilizada como suporte para esse graffiti de Eduardo Kobra tem 45 metros de altura e cerca de dois mil metros quadrados de área. Antes da intervenção, era conhecida como &quot;Cigarrão&quot; no Senac Santo Amaro, por sua pintura que lembrava um cigarro de filtro laranja. 

Para realizar a obra, uma equipe de 7 pessoas se revezou durante mais de 40 dias. O trabalho faz parte de conhecido projeto “Muro das Memórias”,  onde o graffiteiro faz releituras de cenas da São Paulo antiga.</description>
      <pubDate>Wed, 08 May 2013 16:52:24 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/comercio-de-graffiti/ensaio-kobra</link>
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      <title>Pós Graffiti</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Grandes murais autorizados, imensos painéis decorativos. Para organizar grandes projetos é preciso ação e organização dos artistas. O que vem depois do Graffiti?

</description>
      <pubDate>Tue, 08 Jan 2013 23:16:37 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/comercio-de-graffiti/pos-graffiti</link>
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      <title>Graffitis encomendados</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Os artistas encontram cada vez mais oportunidades para comercializar serviços de graffiti em fachadas, na decoração de paredes, produção de telas, camisetas, móveis ou mesmo em performances ao vivo.
No bar Rock`n Cycles, Binho Ribeiro, Snek, Evol, Leon, Graphis, Sipros e Magoo fazem um painel com grande variedade de estilos.
Cranio teve a oportunidade de graffitar verticalmente um imenso faço de elevador.</description>
      <pubDate>Tue, 08 Jan 2013 22:57:22 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/comercio-de-graffiti/graffitis-encomendados</link>
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      <title>De olho nos loucos </title>
      <author>WDG</author>
      <description>O que era contravenção, virou notícia, ganhou status de arte e agora atrai a atenção de grandes marcas que querem usar o graffiti para renovar sua imagem publicitária.

Com imagens da Campanha Coca Cola (Fuleco™), Adidas Graffiti Series, Havainas (Finok e Chivitz) e cenas da Novela Cheias de Charme (Rede Globo).</description>
      <pubDate>Tue, 08 Jan 2013 22:44:10 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/comercio-de-graffiti/de-olho-nos-loucos</link>
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      <title>Ensaio - Cranio</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Trilha sonora projeto Gasp
</description>
      <pubDate>Fri, 14 Dec 2012 19:45:31 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/conquista-das-artes/ensaio-cranio</link>
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      <title>Cranio Artes</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Fabio Oliveira, mais conhecido como Cranio, nasceu em 1982. Cresceu na zona norte de São Paulo e considera que o meio foi sua maior influência. O artista desenvolveu um estilo único na tentativa de encontrar um personagem com a cara do Brasil. </description>
      <pubDate>Thu, 13 Dec 2012 23:37:35 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/conquista-das-artes/cranio-artes</link>
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      <title>QAZ: Galerias de arte</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Jordons Francisco é fundador da QAZ Galeria de Arte, uma das muitas galerias paulistanas voltadas para a produção relacionada com o graffiti e street art. Nessa revolução artística, os curadores procuram encontrar um novo fôlego para a arte contemporânea.</description>
      <pubDate>Thu, 13 Dec 2012 23:35:54 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/conquista-das-artes/qaz-galerias-de-arte</link>
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      <title>Spray sobre parede</title>
      <author>WDG</author>
      <description>O talento de grandes artistas formados na rua encontra espaço na galeria. Um processo que parece natural corre risco de ser invertido.</description>
      <pubDate>Thu, 13 Dec 2012 23:10:27 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/conquista-das-artes/spray-sobre-parede</link>
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      <title>Entrada para as galerias </title>
      <author>WDG</author>
      <description>O graffiti se firmou como uma arte muito especial e os artistas encontram cada vez mais espaço para divulgar seu trabalho. A oportunidade de comercializar obras cria condições para que possam viver da sua arte, mas o mercado funciona sob regras específicas.</description>
      <pubDate>Thu, 13 Dec 2012 22:59:29 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/conquista-das-artes/entrada-para-as-galerias</link>
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      <title>Ensaio - Graff Feminino</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Eliane de Grammont foi uma cantora assassinada por seu ex-marido alguns meses após a sua separação, em 30 de março de 1981. O caso se tornou marco importante na mobilização das mulheres brasileiras na luta contra a violência.

A Casa Eliane de Grammont foi criada em 09 de março de 1990, sendo o primeiro serviço público municipal do país deste tipo. É um centro de referência e atendimento integral às mulheres nos casos de violência doméstica e sexual.

No dia 20 de outubro de 2012, diversas graffiteiras se encontraram para ilustrar as paredes da casa. O resultado você confere nesse ensaio.</description>
      <pubDate>Fri, 30 Nov 2012 22:00:28 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/duplamente-transgressoras/ensaio-graff-feminino</link>
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      <title>Quebrando barreiras</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Se a iniciação no graffiti sempre traz dificuldades, para as meninas as barreiras são ainda maiores. Além da falta de apoio, desvalorização do trabalho e a hostilidade da rua, muitas vezes elas ainda têm de superar uma desconfiança e uma desqualificação pelo gênero. Corajosamente, as mulheres no graffiti vêem rompendo os preconceitos e mostrando sua arte de maneira forte e contundente.</description>
      <pubDate>Fri, 30 Nov 2012 16:52:02 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/duplamente-transgressoras/quebrando-barreiras</link>
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      <title>Rolê: Praça das Corujas</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Chegando pelo metrô vila madalena, passando pela passarela Tim Maia e a Pracinha das Corujas. Muitos graffitis por todo o percurso. </description>
      <pubDate>Fri, 30 Nov 2012 15:40:07 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/duplamente-transgressoras/role-praca-das-corujas</link>
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    </item>
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      <title>Um traço feminino</title>
      <author>WDG</author>
      <description>O graffiti está deixando de ser um ambiente predominantemente masculino. O estímulo à partir de graffiteiras pioneiras e as conquistas feministas da sociedade, permitem uma inserção cada vez maior de novas artistas. Esse crescimento contribui na variedade de estilos de traços, letras e desenhos. , com a vivência e a experiência feminina, essas artistas enriquecem a rua com uma outra forma de olhar o mundo e outro processo criativo.</description>
      <pubDate>Wed, 21 Nov 2012 14:37:04 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/duplamente-transgressoras/um-traco-feminino</link>
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    </item>
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      <title>Meninas do Graffiti</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Tikka começou a fazer graffiti em 2002, explorando com as possibilidades de interagir com a cidade. A artista criou um universo lúdico com suas personagens de olhos grandes e expressivos que despertam sentimentos controversos.
Shalak Attack é uma artista visual chilena/canadense. Começou a graffitar no Brasil em 2006, no Rio de Janeiro e desde então realizou seus painéis, com personagens reais e imaginários, sempre com cores vibrantes, em paredes no mundo todo.
Veronica Amores iniciou-se na arte ainda criança, sempre desenhando. Com o tempo as colagens, stêncils passaram a fazer parte de sua vida, e em 2006 começou a produzir e colar séries de lambe-lambes nas ruas do centro de São Paulo. Os desenhos foram crescendo e acabaram indo direto para os muros em forma de graffiti. </description>
      <pubDate>Wed, 14 Nov 2012 12:31:41 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/duplamente-transgressoras/meninas-do-graffiti</link>
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      <title>Tag: Vício</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Vicio é uma das tags símbolo de São Paulo. Tag é um termo que nasceu em nova york e quer dizer assinatura, mas por aqui acabou ganhando novos significados.  Mais que uma assinatura, tornou-se um estilo, e uma forma de diferenciar centenas de grupos de pixadores, que se deslocam da periferia rumo ao centro da cidade para afirmar sua existência através de ousadas ações.  Com uma cultura única, SP viu nascer seu próprio estilo de letra: o Tag Reto, com traços retos, alongados e pontiagudas.

Imagens: Youtube</description>
      <pubDate>Tue, 30 Oct 2012 23:02:18 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/vontade-de-liberdade/tag-vicio</link>
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    </item>
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      <title>Ensaio - Boleta</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Boleta graffita um de seus pássaros no muro da Bowlhouse</description>
      <pubDate>Tue, 30 Oct 2012 22:44:04 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/vontade-de-liberdade/ensaio-boleta</link>
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    </item>
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      <title>Boleta, graffiti pscicodélico</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Boleta fez sua escola nas ruas pintando letras. Iniciou no pixo e , influenciado por uma geração de grandes nomes, experimentou muitos estilos até encontrar o seu. Conhecido hoje, por seus graffitis psicodélicos, Boleta mistura técnicas em um estilo muito colorido.</description>
      <pubDate>Tue, 30 Oct 2012 21:58:31 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/vontade-de-liberdade/boleta-graffiti-pscicodelico</link>
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    </item>
    <item>
      <title>JUNECA: Em breve em seu muro</title>
      <author>WDG</author>
      <description>&quot;Cão Fila - Km 26&quot;. &quot;Gonha Mó Breu&quot;. &quot;Eternamente&quot;. &quot;Juneca e Pessoinha&quot;. Quem viveu em São Paulo entre o final dos anos 70 e começo dos 80 certamente se lembra de algumas dessas inscrições. Nos primórdios da pixação, uma ideia tão obvia parecia desconhecida. Nessa atitude de escrever nos muros, poucos conseguiram tanto destaque como Juneca e Pessoinha. Ambos eram meninos paulistanos que, sem saber, faziam história ao espalhar suas assinaturas por aí.</description>
      <pubDate>Tue, 30 Oct 2012 21:30:08 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/vontade-de-liberdade/juneca-em-breve-em-seu-muro</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Todo pixo é político</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Tinho é um artista que contribuiu muito para firmar o graffiti como arte no Brasil. Sua trajetória é influenciada pelos momentos e experiências que viveu. Tinha cerca de 12 anos quando começou na pixação e já era bastante rebelde. Filho de uma geração que sofreu forte repressão do regime militar, Tinho  e outros artistas dos anos 80 e 90 têm na alma tudo que seus pais passaram nos anos 60 e 70. Essa vontade de liberdade, e o elo de ligação com a rua, é o que fazem de todo pixo uma atitude política.</description>
      <pubDate>Tue, 30 Oct 2012 20:49:21 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/vontade-de-liberdade/todo-pixo-e-politico</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Ensaio - Cohab13</title>
      <author>WDG</author>
      <description>No dia 15 de julho o Webdoc Graffiti foi até a COHAB 13, nas imediações de Itaquera e Guianazes, em evento organizado pelo 8ª Batalhão que reuniu centenas de artistas. No início do mês, tudo foi perdido num genocídio à arte alheia. 

Segundo Pinguim, um dos organizadores do evento, “o que a CDHU não foi nem pintar, mas sim jogar reboco de cimento por cima de tudo e deixar um chapisco horrível onde qualquer pessoa pode se machucar”. E completou: “Para você ver Brother, infelizmente meu bairro já carente de diversas infra-estruturas básicas de qualquer lugar, como uma praça, uma quadra pra molecada jogar ou até mesmo uma pista de skate..&quot;Não temos nada disto aqui, e estes palermas gastaram a maior grana com cimento, para cobrir e assassinar a arte verdadeira e original de Sampa....Tão triste...”

Imagens: SPTV(Rede Globo)</description>
      <pubDate>Thu, 11 Oct 2012 21:46:37 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/paga-apaga/ensaio-cohab13</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Rolê Cultural: Rua Adolfo Pinheiro</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Nas esquinas da Rua Adolfo Pinheiro com a Rua Isabel Schimdit, começa a pequena travessa que contorna as obras do que um dia será a estação Santo Amaro do Metro. Em novembro de 2011, um evento cultural reuniu 40 graffiteiros para revitalizar o local. A censura imposta a 2 obras, deixaram o evento famoso.  Conheça</description>
      <pubDate>Tue, 11 Sep 2012 01:28:29 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/paga-apaga/role-cultural-rua-adolfo-pinheiro</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Memória: O Policial Coxinha</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Em novembro de 2011, um projeto do Sesc Santo Amaro com o Metrô reuniu cerca de 40 artistas para pintar o canteiro de obras da futura estação Adolfo Pinheiro em Santo Amaro. Após o evento, 2 graffitis foram apagados pela administração do metro: O &quot;PM-coxinha&quot; de Beto Silva, e o navio negreiro de Bruno Perê, que trazia a frase &quot;todo vagão tem um pouco de navio negreiro&quot;. Rui Amaral comenta o caso que ganhou repercussão.</description>
      <pubDate>Tue, 11 Sep 2012 01:04:49 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/paga-apaga/memoria-o-policial-coxinha</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Tudo cinza a cor mais linda</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Uma das leis mais controversas sobre graffiti em São Paulo é a Lei nº 14.451, de 2007, que da amparo legal para a Prefeitura disparar tinta em edificações. O tom cinza/bege adotado já foi alvo de inúmeras críticas, mas continua sendo aplicado.</description>
      <pubDate>Tue, 11 Sep 2012 01:02:45 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/paga-apaga/tudo-cinza-a-cor-mais-linda</link>
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    </item>
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      <title>Luta Inglória</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Os esforços da prefeitura contra o graffiti são uma luta inglória. As ações de limpeza já apagaram um número incontável de inscrições, mas os graffiteiros parecem não se importar muito com isso. Qual é a identidade da cidade? Espaços burocratizados ou de participação?Nesse fogo cruzado, Renato opera o caminhão antipichação.</description>
      <pubDate>Mon, 10 Sep 2012 23:45:12 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/paga-apaga/luta-ingloria</link>
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    </item>
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      <title>Rolê Cultural: Viela na Rua Gaspar Soares</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Saindo do metro na estação Jardim São Paulo e andando nas ruas indicadas é possível encontrar graffitis de nomes como Leon, Ras, AnaK, Graphis, Chivitz, e muitos outros.</description>
      <pubDate>Mon, 10 Sep 2012 23:34:33 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/sao-paulo-capital-do-graffiti/role-cultural-viela-na-rua-gaspar-soares</link>
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      <title>Legado</title>
      <author>WDG</author>
      <description>A revolução promovida pelos pioneiros da arte urbana em São Paulo germinou. O legado desses artistas inspira as mais diversas tendências. O encontro desses estilos, é ilustrado no evento de arte de rua da Cohab 13 - Itaquera.</description>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 20:34:46 +0000</pubDate>
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      <title>Ensaio - Ozi</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Ozi no oitavo encontro voluntário de arte de rua na Cohab 13.

Fotos: Mel Duarte</description>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 19:57:57 +0000</pubDate>
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      <title>Nasce uma arte pública</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Do processo de difusão da arte do graffiti iniciado por Vallauri, muitas outras iniciativas começam a surgir, explorando as possibilidades plásticas que a rua poderia oferecer. Nomes de expressão como John Howard, grupo Tupinãodá e Ozeas Duarte, entre outros, começam a espalhar suas imagens pela cidade. Dessas primeiras investidas, se rapidamente consolida uma arte publica em São Paulo, e picos importantes como o Beco do Batman e o Buraco da Paulista começam a desenhar sua história.</description>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 19:21:23 +0000</pubDate>
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      <title>Stencil - Faça você mesmo</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Stencil é a técnica usada para aplicar imagens por meio do corte ou perfuração de uma superfície. Realizado em uma prancha com o preenchimento do desenho vazado por onde passará a tinta, pode ser usado para imprimir imagens sobre inúmeras superfícies, do cimento ao tecido de uma roupa. A técnica que tem origem na gravura, tornou-se rapidamente uma forma popular de graffiti, graças a sua aplicação rápida e simples. </description>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 16:16:51 +0000</pubDate>
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      <title>Memória: Alex Vallauri</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Alex Vallauri, grafiteiro, artista gráfico, gravador, pintor, desenhista e cenógrafo. Italiano, nascido na Etiópia, naturalizado brasileiro, chegou ao Brasil em 1964, justamente no ano do golpe militar. Tinha 15 anos e desembarcou em Santos, onde produz seus primeiros desenhos cujos temas são personagens do porto, como estivadores e prostitutas. Na década de 1970, já em São Paulo, desenvolve uma linguagem gráfica evocativa da Pop Art, que conquista amplo reconhecimento. “Enfeitar a cidade, transformar o urbano com uma arte viva, popular, da qual as pessoas participem, é a minha intenção&quot;. As figuras que pinta em paredes e muros de São Paulo logo tornaram-se exemplos de arte de rua de alta qualidade. Seu falecimento precoce em 27 de março de 1987, é hoje lembrado em todo o país como o Dia Nacional do Grafitti.</description>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 16:15:48 +0000</pubDate>
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      <title>Ensaio - ZNLovers</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Na luta contra o cinza que a prefeitura dispara para apagar os graffitis na cidade, Leon deixa mais uma inscrição.</description>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 15:57:52 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/sao-paulo-capital-do-graffiti/ensaio-znlovers</link>
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      <title>Cidade cinza e cheia de cores</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Em um ambiente tomado pelo cinza e pelo concreto, um grande número de artistas se esforçam para colorir e criar formas de expressão nos muros da cidade.</description>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 14:52:54 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/sao-paulo-capital-do-graffiti/cidade-cinza-e-cheia-de-cores</link>
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      <title>A Casa do Graffiti</title>
      <author>WDG</author>
      <description>Em uma ação entre amigos, diversos graffiteiros se encontraram em Poá, na grande São Paulo em um evento da ONG Social Skate. Os Artistas Chivitz, Nem, Binho Ribeiro, Nove, Minhau, Arlin, Locones, Anak, Ras, Snek e Leon graffitaram um banheiro abandonado. 

Com as falas de Binho Ribeiro, Tinho e imagens do grupo Nu-MIC, em apresentação no Dia do Graffiti (27/03/2012).</description>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 14:52:24 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/sao-paulo-capital-do-graffiti/a-casa-do-graffiti</link>
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      <title>Todo Mundo Pinta</title>
      <author>WDG</author>
      <description>O graffiti acompanha a humanidade desde seus primeiros passos. Das inscrições nas cavernas à street art o que se têm é uma história cheia de épocas, personagens, fatos e boatos.

Celso gitahy, que iniciou a sua produção no anos 80 inscrevendo com caneta piloto em banheiros públicos e ônibus coletivos, especula até relatos sobre Marco Polo. 

Walter Nomura, mais conhecido no mundo do graffiti como Tinho, entende essa relação entre homem/ambiente. Num elo de comunicação com a cidade, seus graffitis refletem sobre um mundo contemporâneo cheio de violência, sofrimento e solidão.

Rui Amaral, autor de um painel marco em São Paulo, na região apelidada de “buraco da paulista”, dá destaque para a atitude de cada um e levanta uma antiga questão. </description>
      <pubDate>Wed, 15 Aug 2012 14:07:02 +0000</pubDate>
      <link>http://webdocgraffiti.com.br/sao-paulo-capital-do-graffiti/todo-mundo-pinta</link>
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