O graffiti acompanha a humanidade desde seus primeiros passos. Das inscrições nas cavernas à street art o que se têm é uma história cheia de épocas, personagens, fatos e boatos.Celso gitahy, que iniciou a sua produção no anos 80 inscrevendo com caneta piloto em banheiros públicos e ônibus coletivos, especula até relatos sobre Marco Polo. Walter Nomura, mais conhecido no mundo do graffiti como Tinho, entende essa relação entre homem/ambiente. Num elo de comunicação com a cidade, seus graffitis refletem sobre um mundo contemporâneo cheio de violência, sofrimento e solidão.Rui Amaral, autor de um painel marco em São Paulo, na região apelidada de “buraco da paulista”, dá destaque para a atitude de cada um e levanta uma antiga questão.
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